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Novo estudo expõe os “cinco tipos” de evangélicos


A “essência do evangelicalismo” tornou-se uma grande preocupação nos Estados Unidos, desde a eleição do presidente Donald Trump. Em meio a tantos debates, um relatório apresentou cinco variedades entre os evangélicos. Em que pesem as diferenças sociais com o Brasil, há vários aspectos em comum com a nossa realidade.

O relatório que foi divulgado em novembro com o tema “As Variedades do Evangelismo Americano” foi conduzido pelo Centro de Religião e Cultura Cívica da Universidade do Sul da Califórnia. Conforme o Christian Post, os cinco tipos de evangélicos são: evangélicos nacionalistas, neofundamentalistas, i-evangélicos, cristãos do Reino e evangélicos da paz e justiça.

Três critérios foram usados ​​para apresentar os grupos. Primeiro: cada tipo compartilha um tipo de teologia. Segundo: cada um deles se entende como existindo dentro da tradição evangélica americana. E terceiro: a teologia motiva como eles agem no mundo, incluindo ações sociais e políticas apropriadas. O relatório observa que alguns evangélicos não se encaixam perfeitamente em nenhuma categoria, podendo se movimentar entre elas ou pertencer a mais de uma.

Evangélicos nacionalistas

Os cristãos nacionalistas nos últimos anos vêm sendo chamados de Trump-evangélicos. A maior parte é composta por brancos, mas incluem alguns pastores latinos e negros. Eles valorizam o acesso ao poder político e muitos acreditam que Deus escolheu e abençoou Trump para “fazer a América grande de novo”.

Neofundamentalistas

Os evangélicos neofundamentalistas também fazem parte da “direita”, mas procuram manter distância do presidente e são mais críticos sobre suas falhas morais. Além disso, enfatizam a compreensão da teologia correta. O nome vêm da defesa de questões históricas e bandeiras pró-vida, pró-família e antiLGBT.

I-evangélicos

Os i-evangélicos surgiram do movimento da mega-igreja. São “mais ou menos” conservadores, não enfatizam a política e evitam o surgimento do partidarismo. Principalmente brancos e suburbanos, se concentram em cultos dominicais e no aperfeiçoamento pessoal.

Cristãos do Reino

Os cristãos do reino frequentam igrejas pequenas, em sua maioria não-brancos e residem em espaços alugados, nas áreas urbanas. Eles geralmente não se identificam como evangélicos, mas mantêm as crenças cristãs. Sua política e envolvimento externo dão mais ênfase na pobreza e nas injustiças raciais.

Evangélicos da paz e justiça

Estes compreendem o que é comumente chamado de “esquerda evangélica”. Com suas origens em 1973, com a “A Declaração de Chicago de Preocupação Social”, eles são politicamente ativos e liberais.

Embora ativos principalmente no Partido Democrata, eles frequentemente se encontram à esquerda dos líderes deste partido. Concordam e se importam com as mesmas questões que a maioria dos liberais se preocupa: guerra, pobreza, racismo e imigração. Alguns são pró-vida em relação ao aborto, mas não defendem a ilegalidade da ação.

Consenso entre os grupos

Embora haja algumas diferenças entre o público evangélico, todos concordam com alguns pontos essenciais, dos quais quatro são destacados. (1) A Bíblia é a mais alta autoridade. (2) É muito importante encorajar os não-cristãos a confiar em Jesus Cristo como seu Salvador. (3) A morte de Jesus na cruz é o único sacrifício que pode remover a penalidade do pecado. (4) Somente aqueles que confiam em Cristo como seu Salvador recebem o dom gratuito de Deus, que é a vida eterna.

Gospel Prime
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