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Igreja deveria ser porto seguro e local de cura, afirma pastora

Beth Moore. (Foto: Brendan Jones)
A evangelista norte-americana Beth Moore testemunhou ter sido vítima de abuso durante a infância. “Eu sou uma sobrevivente. Em minha casa não havia segurança, mas a igreja era meu porto seguro”, disse.

Embora se mostre grata pelo papel da igreja em sua vida, ela tem uma queixa: “poderia ter feito mais”. A igreja para ela foi um esconderijo, mas deveria ser um lugar de cura. Seu discurso aconteceu na última quinta-feira (13) durante um encontro realizado na faculdade Wheaton College (EUA).

Participaram também do evento organizado pela Associação Evangelística Billy Graham, líderes cristãos influentes como Max Lucado, Christine Caine e Eugene Cho.

De acordo com a revista Christianity Today, durante as palestras foi lembrado que muitos cristãos têm pedido para que os culpados sejam punidos e que as vítimas de assédio, abuso e violência doméstica sejam ajudadas a buscar a cura dentro das igrejas.

Moore refletiu sobre o que poderia ter sido feito caso seu pastor tocasse no assunto ou seus professores a instruíssem para que não se sentisse culpada. “Eles poderiam falar disso na igreja, que é um lugar seguro, e eu poderia desabafar e falar do meu sofrimento” expõe. A pastora lamenta pelo fato de ter se sentido sozinha.

Depois convidou os líderes a reavaliarem a atual situação. Para finalizar, enfatizou que “nenhuma transgressão excede o poder de Cristo”. Pessoas podem e devem ser curadas dentro da igreja. “Nele está o arrependimento, o perdão dos pecados. Nele há transformação. Nele há restauração”.

Gospel Prime
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